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Angola Cinemas. A fiction of Freedom

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Angola Cinemas. A fiction of Freedom
Capa dura encadernado a tecido com sobrecapa com ilustração editorial | Black cloth bound hardcover with pictorial dust-jacket. 240 páginas | pages. 21 x 29,5 x 2,7 cms., 1.6 kg

Description

Angola Cinemas. A fiction of Freedom
Fernandes, Walter

 

Steidl Verlag, 2015
Capa dura encadernado a tecido preto com sobrecapa com ilustração editorial | Black cloth bound hardcover with pictorial illustrated dust-jacket. 240 páginas | pages. 21 x 29,5 x 2,7 cms., 1.6 kg
Profusamente Ilustrado | Profusely Illustrated
ISBN10 3869307943
ISBN13 9783869307947
Livro novo. Nunca lido. Perfeito | Book brand new condition. Never read
Idioma | Language: Inglês e português | English and Portuguese


PT
“Angola Cinemas: Mais do que um livro uma revisitação ao cinema que rompia barreiras.
Do Cine Atlântico ao Karl Marx, do Kalunga ao Cine Benguela, do Ruacaná ao Estúdio 404, do Miramar ao Ngola, sem esquecer o Imperium ou o Tropical, muitas são as telas gigantes hoje abandonadas ou transformadas, que marcaram uma época fantástica não só do lazer em Angola, como especialmente da arquitectura que as salas envergavam.
Essa arquitectura chamou a atenção do actor e encenador Miguel Hurst, que em colaboração com o fotógrafo Walter Fernandes e com as arquitectas Maria João Grilo, Maria ALice Correira e Paula Nascimento publicou o livro Angola Cinemas, em português e inglêsm lançado a 15 de Abril.
A conversa com Miguel Hurst revisita uma altura em que as salas de cinema eram mais do que a 7ª arte, eram também um espaço que coloca o cinema em “defesa da liberdade” (período pré-independência) e que juntava toda a gente no mesmo espaço.
O livro tem como objectivo também chamar a atenção para a preservação de salas com uma estrutura arquitectónica única […]”
in Hurst, Miguel. https://www.voaportugues.com/a/angola-cinemas-livro-revisitacao-cinema-barreiras/2726490.html

ENG
Angola Cinema honors the unique, fantastic and unknown architecture of movie theaters in Angola, built in the decades before the end of Portuguese colonial rule in 1975. Initially designed as traditional closed spaces, open-air cinemas with terrace bars became the order of the day, better suited as they were to a tropical climate. The arrival of these cinemas in the 1960s brought atmosphere and elegance to the experience of going to the movies; but these urban cathedrals were also, importantly, a place where social barriers dissolved and where liberation from colonialism was possible. Walter Fernandes’ (born 1979) photographs offer not only an examination of the architectural history of these buildings, but also an important document of urban organization in the twentieth century, as well as the changing mentalities of a society living with the prospect of its independence.

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